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sábado, 30 de março de 2013

A Distancia


Com medo da solidão 
Na cama para quem ama 
Transformo o amor que se perdeu 
Reluto com a maldição 
Que reprime meu coração 
Choro esse golpe doeu. 
Ah a saudade vem 
Para esse amor além das fronteiras 
Além das oliveiras 
Que me põem a pedir perdão. 
Sou amante calado 
Ou gemendo no ouvido do pecado 
Mas não me permito chorar. 
As noites são muito longas 
Os dias muito escuros 
O mundo é muito injusto 
Em meu desespero ébrio de amor. 
Eu sinto o suspense a minha volta 
Incitado pelo ego da minha revolta 
De insatisfação da libido. 
Quem dera poder toca-la 
Ser passivo em seus desejos 
Sentir o mel de seus lábios 
Em nossos calorosos beijos 
Mas aonde acaba o azul do céu? 
Estais escondidas sob o véu 
Na distancia longínqua desse amor. 
Tudo passa a ser igual 
Céu e mar 
E o Infinito no horizonte para eu chorar...



Marcos de França
Imagem Web

sábado, 2 de março de 2013

Um dia..., na eternidade.



Esta Brilhando a luz
Na eternidade da cidade santa,
Nova Jerusalém,
Iluminada pelo cordeiro
A majestade que é a sua lâmpada

Brilhante como um cristal
É rio da água da vida
Que sai do trono do meu Senhor e do cordeiro
Eu contemplarei a sua face
E herdarei as coisas do meu Deus. 
E nunca mais haverá qualquer maldição
Estarei diante do Senhor da salvação.

Ao verbo que se fez carne na transpiração do amor.
Toda honra e toda glória eis Jesus o vencedor.

Eu vou estar nas bodas do cordeiro
Contemplarei a face do amor.
Herdarei o galardão prometido
Serei por Deus ungido
Um amado adorador.

Vou adorar por toda eternidade
Estarei em seu reino sob sua autoridade
O cavaleiro fiel e verdadeiro
Santo Santo é o cordeiro
Meu Jesus sua majestade...

Marcos de França
Imagem Web

SOLIDÃO




    

                                            Solidão por que se abraças a mim?
                                            Deixai-me viver meu amor
                                            Seu abraço é asfixiador
                                           Que põem minha vida a um fim


                                             Solidão tu não conheces o amor
                                             Não sente o toque da caricia
                                             Nem o desejo na malicia
                                             Que o beijo tem por sabor.

                                             Solidão não percebe que me sufoca
                                             Que corrompe a sensatez do convívio
                                             E que me nega o momento de alivio

                                             Não quero em companhia seu martírio
                                             Seu prazer é egoísta e me desgosta
                                             Eu só preciso do amor a minha volta.


                                           Marcos de França
                                           Imagem Web

sábado, 1 de dezembro de 2012

O abraço da dor...




O abraço da dor 
Incomoda-me ,
E você nunca acreditou...
A vida que me leva 
É o sorriso contado no rosto, 
A união de um povo santo ,
Ou cachorro roendo osso .
É você falando para ela ,
Do riacho que desce a encosta, 
É sábio esperando do alto ,
O sentido na bela resposta. 
É a importância do rio ,
Ou mesmo um santo vazio. 
É a união dos amores ,
É um homem regando as flores. 
Da natureza que passa ,
Mas que logo voltará ,
É a união do nosso universo 
Onde muitos astros cadentes 
Fazem o curso reverso. 
É para virar uma estrela ,
E para andar pela lua ,
É para olhar a mulher, 
Imaginando que ela está nua. 
Receba o que a união traz ,
É siga o sorriso da paz ,
Na volta da esperança na terra, 
No respeito dos amimais .
Fazendo virar a noticia ,
De que o homem veio e volta, 
Onde o pó esta bem perto ,
Basta passar essa porta .
Vou saber que hoje é o dia, 
Da união eterna do amor ,
Não importa se o lagos é bem raso, 
E sim a nascente que o formou .
A água que vai para o alto ,
De uma união passageira ,
Aonde os pássaros cantam, 
Sorrindo a sua beira .
Fazei virar sua busca, 
Trazei o sorriso criança, 
Fazei vir do passado ,
A inocência que um dia alcança. 
Vitória que vem lá do alto ,
Vitoria que aqui esperamos, 
Essa da o sentido da vida ,
Porque nela acreditamos .
Oh passado trazei de volta a inocência, 
Deste amor tão rebelde ,
De um amor tão sem crença...

Marcos de França
Imagem WEB

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O beijo do adeus doeu muito em mim...






Fui condenado em uma noite escura,
Na casa velha, no trapiche assombrado,
A despedida da linda menina soluçando,
Com a voz entrecortada.
O meu desespero era notório
Em um estado de loucura e pavor.
Nem a lua estava acesa,
Somente os vaga-lumes em faróis baixos,
Mostrando a inerte tristeza.
Meu choro do medo de tudo
Delatava minha fraqueza
Que o tempo estava consumindo ali.
Ah o beijo do adeus doeu muito em mim
Para onde foi o meu amor,
Que a madrugada daquele sábado levou?
O temor solto ao relento noturno
Na madrugada amaldiçoada por mim
Mostrou-se orvalhada por minhas lagrimas
Em um amanhecer de sol
Era uma vida chegando ao fim.
Minha cidade ficou vazia
Minha alma angustiada e fria
Meu corpo apoiado ao meio fio da calçada
Com a emoção toda abalada
Tendo um muro e um posto por cumplice,
Onde tentei gritar por socorro
Mas a voz foi sufocada por meus prantos.
O adeus doeu...
Toda uma vida juntos seria pouco
E o pouco ficou menos ainda
Ainda sinto a malizia dos seus abraços
Tatuada em minhas memorias,
E num instante da vida que me perdi
Onde eu deixei de sorrir
Entrou uma vírgula em nossa história.
O beijo do adeus doeu muito em mim
Mas sei que não é o fim...

Marcos França
Imagem WEB